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	<title>desfocado &#187; EU</title>
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	<description>Pensamentos sobre as notícias à minha volta</description>
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		<title>A história da Europa</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Jan 2010 13:28:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>migueldavid</dc:creator>
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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><iframe src='http://video.economist.com/linking/index.jsp?skin=oneclip&#038;ehv=http://audiovideo.economist.com/&#038;fr_story=748c957ff6ebefb47140fa7f8eb1acfee110161e&#038;rf=ev&#038;hl=true' width=402 height=336 scrolling='no' frameborder=0 marginwidth=0 marginheight=0></iframe></p>
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		<title>Resposta ao movimento para repensar Portugal</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Jul 2009 00:30:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>migueldavid</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Integração Europeia &#8211; Não me revejo na posição aparentemente de extrema direita/esquerda de que mais Europa é mau. Foi muito mau o Tratado de Lisboa não ter sido referendado e foi em parte por isso que falhou, mas o Tratado de Lisboa, com a sua abolição de unanimidade é simplesmente a operacionalização de um conceito. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Integração Europeia &#8211; Não me revejo na posição aparentemente de extrema direita/esquerda de que mais Europa é mau. Foi muito mau o Tratado de Lisboa não ter sido referendado e foi em parte por isso que falhou, mas o Tratado de Lisboa, com a sua abolição de unanimidade é simplesmente a operacionalização de um conceito. E alguém que já tenha intervido num grupo com mais do que 2 pessoas sabe que a unanimidade, apesar de ser bonita, não é viável se se quer andar para a frente, particularmente no mundo acelerado onde vivemos.</p>
<p>Futuro das Forças Armadas &#8211; Vivemos na Europa, é um facto. Vivemos em paz há muitos anos, é um facto. Isso é razão para terminar com as Forças Armadas ? Não. Da mesma forma que um seguro é preciso mesmo antes de se ter tido um acidente. Faz sentido ter terminado o período militar obrigatório. A profissionalização das Forças Armadas foi um passo em frente, agora terminar com elas só porque custam dinheiro não deve ser a opção. Se não estão ocupadas, que se rentabilizem a fazer trabalhos que exijam mais coordenação e disciplina que as entidades civis têm. Ou para missões no exterior, no grupo UE.</p>
<p>Transparência, apoio totalmente.</p>
<p>Reformas passados 6 anos em alguns cargos, repudio e sublinho que nos países nórdicos estas diferenças já foram esbatidas.</p>
<p>Paridade dos sexos &#8211; Apoio totalmente em salários e oportunidades, mas tenho dúvidas que abordagens de quotas resolvam o problema da melhor forma.</p>
<p>Assimetrias sociais &#8211; Apoio totalmente a sua redução, mas não é trivial. As leis podem determinar desvios máximos de salários, mas é preciso uma mudança de consciências para que se passe a pensar em todos e não no eu (típico xico-esperto).</p>
<p>Trabalho precário &#8211; devia ser abolido por lei e reforçado pelas entidades competentes de forma eficaz.</p>
<p>Cursos sem futuro &#8211; não tenho opinião fixa neste ponto. Há quem diga que uma solução é simplesmente jogar com o &#8220;numerus clausus&#8221; dos cursos baseado na oferta e procura do mercado, mas aí estaríamos a ignorar a vocação das pessoas. Bom senso costuma ser algo bom. Se há demasiados professores no mercado, vou escolher um curso que não implique ensino.</p>
<p>Reformas &#8211; Sou um pessimista nesta matéria e julgo que a discussão das reformas ainda vai no adro. Com a população a envelhecer e tantos &#8220;xicos-espertos&#8221; a fugir aos impostos, as reformas vindas do Estado são um conceito em vias de extinção a passos rápidos.</p>
<p>Novas experiências e soluções &#8211; Há duas formas de potenciar isto: deixando de nos queixarmos de tudo (e isto é alimentado pelos media também) ou por necessidade (e esta crise tem forçado as pessoas a pensar &#8220;fora da caixa&#8221;).</p>
<p>Projectos interinstitucionais &#8211; Falham redondamente quase sempre em todo o lado, não é só em Portugal, porque são dificílimos de gerir. Mas se se conseguir um projecto que motive as várias partes de igual forma e for bem gerido, a soma é claramente superior às partes.</p>
<p>Relação Universidade &#8211; Resto do mundo &#8211; As Universidades estão fechadas sobre si mesmas. Não ligam com a indústria porque só pensam em termos académicos e não em termos práticos (a união de ambos seria o ideal). Deviam, para além de fazer protocolos, ter resultados &#8220;vendáveis&#8221;, para que a indústria os produzisse em massa e o bem pudesse ser espalhado.</p>
<p>Hortas Urbanas e Replantação de árvores &#8211; Boa ideia, para o Homem e para o ambiente.</p>
<p>Rede integrada de transportes &#8211; Metro + Comboio + Bicicleta (onde praticável) + Carro para sítios inacessíveis de outra forma</p>
<p>Canais de TV (não só públicos porque há autoridades que os controlam) &#8211; Criar &#8220;guidelines&#8221; para o preenchimento do &#8220;prime time&#8221;, obrigando a quotas máximas de novelas e notícias sobre futebol por exemplo.</p>
<p>Que cidadania &#8211; uma em que não existe &#8220;carreira política&#8221;, mas sim pessoas com ideias e capacidade de as implementar. Uma em que não existam partidos (que os ideais já foram), mas sim grupos auto-configuráveis e dinâmicos de pessoas colaboradoras com o mesmo fim. Ou mantendo o modelo actual, eleger apenas o representante da zona que elegerá o do nível seguinte e assim sucessivamente. Alguém que conheça a zona e que conheça as pessoas e que leve ideiais delas (não do candidato) para os níveis superiores. Uma cidadania activa em que referendos são coisas normais que se respondem pela internet (devidamente autenticados) por forma a poupar dinheiro ao Estado.</p>
<p>Responsabilidade social &#8211; das empresas, mas principalmente dos seus gestores de topo que devem liderar por exemplo e não apenas maximizar lucro de qualquer forma</p>
<p>Educação &#8211; Menos reformas, mas mais efectivas e que durem mais tempo para ganhar em escala (por exemplo livros passarem de irmão para irmão. Avaliação efectiva dos professores saneando os maus do sistema de forma imediata. Turmas com tamanho aceitável, não exagerado.<br />
Não concordo com equipas inteiras de professores numa só sala. Penso que um professor deve ser capaz de tocar vários tópicos. Formação periódica obrigatória de professores para aperfeiçoarem as suas áreas de conhecimento)</p>
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		<title>Partido Pirata ganha assento Europeu</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Jun 2009 17:04:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>migueldavid</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Partido Pirata ganha assento Europeu Um partido que defende o fim das patentes (o que apoio totalmente!) e a liberalização total da informação online (o que já não concordo completamente por retirar dinheiro aos artistas que a criam), conseguiu um lugar no Parlamento Europeu. Vindo, nada menos que um dos países mais avançados do Mundo. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a title="Partido Pirata Europeu" href="http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1382740" target="_blank">Partido Pirata ganha assento Europeu</a></p>
<p>Um partido que defende o fim das patentes (o que apoio totalmente!) e a liberalização total da informação online (o que já não concordo completamente por retirar dinheiro aos artistas que a criam), conseguiu um lugar no Parlamento Europeu. Vindo, nada menos que um dos países mais avançados do Mundo. Isto só mostra a força que este tipo de dinâmicas vai ter dentro de pouco tempo.</p>
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		<title>Eleições Europeias</title>
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		<pubDate>Sun, 07 Jun 2009 22:23:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>migueldavid</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Já não escrevo nada há algum tempo, por razões que não interessam para aqui, mas não resisto a um comentário triste sobre as Eleições Europeias. 1 &#8211; Não pude votar. Estou em Itália e como não me registei há alguns meses (quando ainda não estava cá ) e não pude estar em Portugal hoje, não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já não escrevo nada há algum tempo, por razões que não interessam para aqui, mas não resisto a um comentário triste sobre as Eleições Europeias.</p>
<p>1 &#8211; Não pude votar. Estou em Itália e como não me registei há alguns meses (quando ainda não estava cá <img src='http://desfocado.net/blog/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' /> ) e não pude estar em Portugal hoje, não pude votar. Pena minha. E indignação de estar num país europeu, com BI e cartão de eleitor, com uma embaixada a uns 20km e não poder ir lá exprimir o que sinto relativamente aos políticos portugueses. <img src='http://desfocado.net/blog/wp-includes/images/smilies/icon_sad.gif' alt=':(' class='wp-smiley' /> </p>
<p>2 &#8211; Ganhou o PSD, por pouco. Não sou simpatizante, mas reconheço que estava à espera de um combate renhido entre PSD e PS porque o PS calcou muitos calos nos últimos 4 anos e há muitos professores cuja &#8220;religião&#8221; agora obriga a votarem &#8230; não-PS. O PS desilude com as questões judiciais e dúvidas que nunca deveriam existir sobre legalidades e membros de um Governo. Mas o que é certo é que fez mexer muita coisa nestes 4 anos e, bem ou mal, as coisas andaram para a frente de uma forma obstinada, o que é raro em Portugal. Eu não votava em nenhum deles, mas isso é outra história&#8230;</p>
<p>3 &#8211; O verdadeiro partido vencedor é a abstenção. Com reportagens de helicóptero sobre as praias do País em vez de nas assembleias de voto, vê-se o que a comunicação social pensa sobre a importância de eleições democráticas. O problema com a abstenção é que transmite ideias diversas: que as pessoas não acreditam no sistema democráticos e nos políticos; que as pessoas não sabem votar; preguiça. Daí que um voto em branco seria 1000x melhor no caso de não se estar de acordo com ninguém. <img src='http://desfocado.net/blog/wp-includes/images/smilies/icon_sad.gif' alt=':(' class='wp-smiley' /> </p>
<p>4 &#8211; Ideias. Não apareceu nenhuma válida e aplicável directamente quando chegassem a Bruxelas. Ouvi o Paulo Rangel a dizer que queria criar um Erasmus para o trabalho, o que é muito bonito, mas já existe, para além de vir agravar o problema já existente de jovens portugueses a &#8220;fugir&#8221; do país para trabalharem onde ganham melhor no resto da Europa. <img src='http://desfocado.net/blog/wp-includes/images/smilies/icon_sad.gif' alt=':(' class='wp-smiley' /> </p>
<p>5 &#8211; Transparência sobre a UE. A UE é um bicho complexo, e temo que nem que anda por dentro o compreenda bem, mas o dever dos eurodeputados, é, no mínimo, aproximar esse bicho das pessoas do seu país. Algo que continua a não acontecer. O resultado é: as pessoas continuam sem saber o que é a União Europeia, o Parlamento Europeu e como funcionam; as pessoas continuam a votar nestas eleições como se fosse para eleger o Presidente da Câmara local, ignorando que é para os representantes em Bruxelas (onde, de facto, rola muito dinheiro e decisões grandes). <img src='http://desfocado.net/blog/wp-includes/images/smilies/icon_sad.gif' alt=':(' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>Europa</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Mar 2009 01:04:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>migueldavid</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Descobri um site muito interessante hoje: Consulta aos Cidadãos Europeus Ideias minhas (comentem): - Desenvolver tecnologias europeias na área dos materiais: novos plásticos, transístores em papel, substituidores de partes do corpo humano - Construir e leccionar módulos/cursos de especialização nas universidades europeias para a população activa por forma a melhorar capacidades e a re-treinar pessoas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Descobri um site muito interessante hoje: <a title="Consulta Cidadãos Europeus" href="http://www.consulta-aos-cidadaos-europeus.eu/" target="_blank">Consulta aos Cidadãos Europeus</a></p>
<p>Ideias minhas (comentem):</p>
<p>- Desenvolver tecnologias europeias na área dos materiais: novos plásticos, transístores em papel, substituidores de partes do corpo humano<br />
- Construir e leccionar módulos/cursos de especialização nas universidades europeias para a população activa por forma a melhorar capacidades e a re-treinar pessoas com mais idade em novas ferramentas<br />
- Retirar o sigilo bancário por toda a Europa, incluíndo os paraísos fiscais por forma a ter uma abordagem comum à taxação de impostos<br />
- Impôr limites mínimos de qualidade nos produtos oriundos da China, tendo como consequência normal a equivalência dos preços aos europeus (obrigar a China a obedecer à OMC)<br />
- Impôr normas europeias para tectos nos salários executivos por forma a ter dentro de cada país (pelo menos) uma disparidade controlada entre os mais pobres e os mais ricos<br />
- Preparar reservas monetárias e instalações de emergência para os desastres naturais que se aproximam<br />
- Condenar publicamente as acções incorrectas de líderes que não obedecem aos ideais básicos europeus: Hugo Chavez, Vladimir Putin&#8230; Sem avançar militarmente, mas sim com cortes económicos<br />
- Estabelecer controlo central europeu sobre os fornecedores de serviços básicos dos vários países: água, electricidade, telecomunicações e gás; impedindo monopólios e abusos/disparidades de preços<br />
- Estabelecer uma posição de cooperação com os EUA, mas com uma voz forte (e discordante se necessário) relativamente aos assuntos com os quais não concordamos (voos da CIA, Guantamo, invasões de países, apoio a Israel&#8230;)<br />
- Criar um novo Tratado, assumindo a derrota do de Lisboa<br />
- Apostar nas energias renováveis em força<br />
- Utilizar inteligentemente a imigração para contrariar o envelhecimento Europeu, integrando os novos cidadãos e obrigando-os a respeitar as regras do país em questão e a falar a língua<br />
- Apostar nos serviços mas não esquecer a agricultura e a indústria</p>
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		<title>Economias</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Aug 2008 23:09:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>migueldavid</dc:creator>
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		<category><![CDATA[economy]]></category>
		<category><![CDATA[EU]]></category>
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		<description><![CDATA[Destaques do &#8220;Wall Street Journal&#8221; &#8220;A queda do preço do petróleo e a reafirmação dos sinais da Reserva Federa norte-americana, os dois dados combinados permite pensar que o pior já terá passado para as bolsas, perspectiva que permitiu ao Dow Jones registar o maior ganho diário desde o dia 1 de Abril.&#8221; Destaques do &#8220;Financial [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Destaques do &#8220;Wall Street Journal&#8221;<br />
&#8220;A queda do preço do petróleo e a reafirmação dos sinais da Reserva Federa norte-americana, os dois dados combinados permite pensar que o pior já terá passado para as bolsas, perspectiva que permitiu ao Dow Jones registar o maior ganho diário desde o dia 1 de Abril.&#8221;</p>
<p>Destaques do &#8220;Financial Times&#8221;<br />
&#8220;A economia da Alemanha contraiu surpreendentemente um por cento no segundo trimestre do ano, foi ontem anunciado, um indicador claro de que a robusta recuperação da maior economia da Zona Euro acabou.&#8221;</p>
<p>Estas duas notícias assim seguidas dão uma imagem que já não se vê há algum tempo. Os EUA a subir para primeira potência económica mundial e a Europa a resvalar para um confortável segundo ou terceiro. É triste ver que quando a economia americana estava de rastos a Europa não se soube valer da sua economia forte no momento e acabar com alguns tabus e assumir algum poder para fazer as coisas positivas que faz para dentro de si. Mas infelizmente parece que a Europa ficou um bocado abananada ao ver-se de repente como a maior potência económica e com paz nas suas fronteiras todas. É que, parecendo que não, é uma coisa nova por estas paragens&#8230;</p>
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